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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Amor Eterno!

O quanto isso poderá durar?
Quem sou eu pra mensurar?
Qual será sua profundidade?
A sua largura ou qualidade?
Ah, dessas coisas nada sei,
Um dia, meu amor ser-te-ei,
Como o orvalho que se vai,
Quando o dia resolve e sai,
No entanto deixa-se no ar,
Sua doce graça de arrasar,
E o tempo passa-se na vida,
Eu te digo, ó minha guarida,
Que a noite já se declina,
Que possamos seguir a sina,
Dos amantes que ao encontrar,
Não se podem mais separar,
Procura, ó rosa amorosa,
De feições profundas; harmoniosas,
Deixar teu cheiro pelo ar,
Para que eu não perca teu caminho,
E te alcances sempre com carinho,
E sejamos um apenas no andar,
Assim, sejas tu meu amparo,
Pois, tens da vida todo o preparo,
A lindíssima habilidade de cuidar,
Deste pobre ser que ora te diz,
Não há outra que me faz feliz,
Você, somente, consegue encantar,
Teus perfeitos detalhes me calar,
E eu, bom, eu fico aqui a divagar,
Apenas a repetir-te não sei ficar,
Sem teu amor para me amar,
Eu quero, meu lindo amor,
Amar-te sempre; como for,
Tal momento para mim será,
Como a mais bela flor,
No seu intenso desabrochar,
E o perfume que exalaria,
Ao meu verso assim daria,
A capacidade única; sem par,
De teu delicioso amor eternizar.

Ed Olliver – 03/04/2013 – Quarta-Feira – 22:03:00
 “O meu alvo é o seu coração.”
©Todos os direitos reservados.

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