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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Na Rua!

Lá ia você na rua,
O andar parecia na lua,
Não há beleza igual à tua,
Quando andas do meu lado,
Sinto-me um afortunado,
Teus contornos são emoção,
Que mexem com a imaginação,
Causam-me tantos arrepios,
O corpo inteiro em calafrios,
O desejo ardente em mim grita,
Quando meu olhar teu corpo fita,
Sinto-me voando no firmamento,
Deliciando-me em cada momento,
Meu coração e meu pensamento,
São pra você, meu monumento,
Que a beleza diante de ti,
Não consegue sequer mentir,
E envergonhada se cala,
Perdendo toda a fala,
Noção de tempo e espaço,
Diante de seu corpo no compasso,
Perde-se nesse embaraço,
Da mulher tão formosa,
Cheia de charme, maravilhosa,
Que deixa a outra furiosa,
De qualidade tão preciosa,
Ao passar teu cheiro soltaste,
O tempo e o espaço paraste,
Delicioso e único contraste,
De boca aberta me deixaste,
Seu andar envolve meu dia,
Transbordas em mim alegria,
Sorriso que sempre contagia,
Do seu lado eu me contentaria,
No dia que te conheci,
Grande sensação vivi,
Tanto desejo eu senti,
Esquecer-te não consegui,
Teus lábios destilam o sabor,
Que há muito procurei, amor,
Depois de tanto dissabor,
Você desabrochou feito flor,
Pra trazer a minha existência,
Muito mais consistência,
Em meio a tanta incoerência,
Agora faço minha confidência,
Que teu ser tanto mexe comigo,
Do seu lado, nem pensar consigo,
Muitas vezes até falar é castigo,
Mas, eu queria você como abrigo,
Pra te amar todo o dia,
No amanhecer ou no cair da tarde,
Eu teria tanta felicidade,
Tudo por você eu daria,
Se tu um instante me dissesses,
Que também assim desejas,
Pra te amar como ensejas,
Assim que um dia me vejas,
Tu destilarás teu doce amor,
Que um dia brotará com ardor,
E eu?
Ah, eu te amarei em qualquer instante,
Intenso, sempre constante,
Em qualquer momento que for.


Ed Olliver - 14/10/2011 – Sexta-Feira – 09:05:00

“O meu alvo é o seu coração.”
©Todos os direitos reservados.

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